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  • Treinos para o Triathlon ou casamentos?

    Pessoal (principalmente os casados), confiram artigo do Ativo.com, onde são relacionados treinos para triathlon com divórcio.

    E você, atleta cuja esposa ou marido não treinam, encontram dificuldade no relacionamento ? Tem alguma dica para conciliar os treinos com a vida social ?

    treino corrida

    Treinos para o Triathlon ou casamentos?

    Artigo relaciona triathlon a divórcios e questiona limite entre treinos e relacionamento

    Caren Waxman é casada, mas acorda todos os dias, incluindo os feriados, sozinha. Uma rotina que parece estranha, mas comum para ela. Afinal seu marido é triatleta e não dispensa treinos diários. No próximo dia das mães ela receberá de seu marido um parabéns de Utah, local onde ele disputa um triathlon.

    Este é apenas um dos exemplos usados pelo "The Wall Street Journal" em um artigo que discute a relação familiar (in)existente entre triatletas amadores e seus cônjuges ou filhos.

    A nota pergunta qual é o equilíbrio adequado entre a paixão pelo triathlon e o de viver com a família? Afinal, não são poucas as pessoas que seguem dietas rígidas e deixam de sair com amigos na tentativa de baixar seu tempo em um Ironman ou ficar entre os três primeiros de sua categoria.

    Esse problema é comparado aos 'normais', que todos os casais estão sujeitos desde que declarado o "sim", como infidelidade, doenças e problemas financeiros. Só que nem todas estão prontas para se tornar uma "viúva do exercício". "Seu sonho de correr maratonas começou quando fiquei grávida de nosso terceiro filho. Agora não passamos tanto tempo com ele", explica Estefanía, uma dessas 'viúvas' .

    E para quem não sabe o que é uma "viúva de exercício", o artigo explica os 'sintomas': "A 'viúva do exercício', normalmente se desperta ao encontrar uma cama vazia, um sinal de treinos pela manhã o que pode significar que os planos para o jantar estão cancelados já que no dia seguinte haverá novo treino matutino. Tem esperança de passar uma hora assistindo TV antes de dormir? Negativo: treinos matutinos requerem bons sonos"

    casamento

    Especialistas alertam para esse tipo de 'ameaça', que pode ir além do que uma simples falta de tempo. "Se ele, ou ela, conhece alguém no trabalho ou na equipe de treinamento, as possibilidade de infidelidade aumentam já que existe uma boa razão para a insegurança do casal. Ao não estarem juntos, a inseguridade aumenta para ambos os lados", ressalta.

    Ainda não há pesquisas claras que relacionem o número de divórcios com a prática de exercícios. Porém uma investigação mais detalhada mostrou uma maior taxa de separação quando somente um dos cônjuges é atleta de resistência, com os treinos sendo mais uma consequência do que propriamente uma causa.

    Sendo assim, a maneira mais fácil de manter um relacionamento duradouro seria compartilhar os treinos. Como exemplo o artigo cita o casal Walt e Kendel Prescott. Casados há cinco anos, os dois somam centenas de participações em maratonas. "Correr é uma grande desculpa para estar com ela", explica o Sr. Prescott.

    Mas não são todos que podem compartilhar treinos. Sendo assim, será possível conciliar duas paixões? Nessa hora uma conversa pode ser a solução, conforme explica Aime, triatleta, esposa e mãe de duas crianças.

    "Antes de me inscrever, eu e meu marido nos sentamos e conversamos. Não é fácil, mas meu marido é um apoio incrível e eu não seria capaz de competir sem ele. Houve momentos em que cancelei treinos para estar com minha família. Isso é o mais importante. Posso dizer honestamente que eu nunca deixei que o amor pelo esporte se colocasse entre meu marido, minha família e eu. Isso seria totalmente egoísta. Sim, quero fazer o meu melhor. E sim, quero melhorar, ser mais forte e rápida, mas não a custo de minha família", resumiu Amie.

    Uma questão de bom senso.

    Post original em:
    http://www.ativo.com/Esportes/Pages/treinos_para_o_triathlon_ou_casamentos.aspx

  • Quem se preocupa com o meio ambiente ?

    Galera, recebi este e-mail que me fez parar para pensar.

    É imensa a quantidade de lixo que produzimos. É imensa a quantidade de energia elétrica e água que gastamos todos os dias.

    Vale a pena refletir um pouco.

    Que tal adotarmos um estilo de vida menos prejudicial ao meio ambiente ? Além de tudo, muito mais saudável.

     

    Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
    - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
    A senhora pediu desculpas e disse:
    - Não havia essa onda verde no meu tempo.
    O empregado respondeu:
    - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
    Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
    - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
    Fotos-Sobre-Reciclagem-3
    Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
    A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
    lixo
    Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.
    Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.
    Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
    Arte-paulista1
    Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
    Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.
    Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts.
    A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
    Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
    Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
    Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto.
    E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
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    Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
    Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo,
    não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
    Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama,
    era utilizado um cortador de grama que exigia músculos.
    O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
    Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
    Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
    Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra.
    Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
    Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
    Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou
    a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
    Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.
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    E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
    Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente,
    mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
    (O caixa ficou calado, com cara de cachorro que quebrou o pote)
  • El Cruce de los Andes

    No próximo dia 07/02/2013, será dada a largada para o El Cruce de los Andes, ultramaratona de montanha percorrida em 3 dias entre Chile e Argentina.

    Serão mais de 300 atletas brasileiro participando. Abaixo texto do atleta Rafael Campos da Equipe Quasarlontra.

    O texto original pode ser encontrado em www.quasarlontra.com.br


    QuasarLontra abre temporada de aventuras de 2013 em ultra-maratona
     na Patagônia.


    A Patagônia Chilena será o cenário na próxima semana de uma das maiores ultra-maratonas de corrida de montanha da América Latina: o Cruce de los Andes.
    O Cruce, como simplesmente é chamada, está em sua 12a edição. É uma ultra-maratona de corrida com mais de 100km de distância a serem percorridos em três dias consecutivos de competição. A prova tem por objetivo cruzar os Andes entre Chile e Argentina, divididos em 3 etapas de competição. Montanhas, vulcões, cumes nevados, lagos, trilhas, vales e zonas rochosas será o cenário desta prova na Patagônia. A instabilidade do clima é uma das características da região. Os atletas devem estar preparados para enfrentar chuvas, muito vento e temperaturas abaixo dos 10o C, mas também possibilidades de calor e baixa uidade do ar durante o dia.

    A prova larga de Pucón, a cerca de 400km ao sul de Santiago, e fica às bases do vulcão Villarrica e próxima do vulcão Osorno. Deverá terminar na Argentina, na cidade de Junin de los Andes.
    No primeiro dia de prova, serão 32km de percurso, que contornará o vulcão Villarrica. No segundo dia, o mais duro de todos, serão 39km, com um grande desnível e quando os atletas passarão pelo cume do vulcão Quetrupillán. No terceiro e último dia, aos que ainda aguentarem, ainda terão pela frente 28km. Nesta última etapa o percurso passará pelo vulcão Lanin, um dos maiores e mais imponentes da Patagônia. Também é neste dia que os atletas cruzam a fronteira entre Chile e Argentina, fazendo inclusive trâmites aduaneiros durante a corrida. Apesar da dureza da prova, devido às distâncias, terreno e altimetria, é uma das corridas com um dos cenários mais belos do mundo.

    Entre uma etapa e outra, os atletas dormem em um acampamento providenciado pela organização da prova. A organização se incumbe de transportar entra as áreas de acampamentos, as barracas e mala de equipamentos dos atletas. Os locais de acampamento são pontos selvagens, geralmente à beira de um lago. Nestes pontos, os atletas dormem em barracas para se recuperar da etapa anterior e se preparara para a seguinte. Na mala de equipamentos, sacos de dormir, isolantes térmicos, roupa extra de frio, kit de higiene pessoal, lanterna, pratos e talheres... fazem parte da lista. O almoço e jantar também é fornecido pela organização, normalmente uma macarronada e um legítimo churrasco patagônico.
    A largada acontece diariamente às 06:30, e enquanto os primeiros chegam com cerca de 3 horas de prova dependendo da etapa, os últimos ultrapassam 8 horas de prova. Por isso, se trata de uma prova bastante "democrática", sendo possível a participação desde os atletas mais fortes do planeta, mas também aos que não são muito forte mas buscam um desafio diferente e vem se preparando para isso.

    Pelas regras da prova, durante a corrida as dupla devem estar sempre junta. Além da questão de segurança, a ajuda entre os integrantes e trabalho em equipe acabam fazendo a diferença para um bom resultado.

    O Brasil é o segundo país em número de atletas participantes, atrás apenas da Argentina. A QuasarLontra estará representada por duas duplas, uma masculina e uma mista. Rafael Campos e Fabrizio Giovannini irão compor a dupla "QuasarLontra/Kailash". Eles são dois dos atletas mais antigos da equipe. Participam juntos nas corridas de aventura desde 2000, na época que as equipes nestas provas ainda eram formadas por um trio. Juntos, já conquistaram grandes resultados, e participaram de provas marcantes como o Eco-challenge nas Ilhas Fiji e três campeonatos mundiais: Canadá, Nova Zelândia e Escócia. A dupa já terem participou do Cruce de los Andes em 2011, quando conquistaram um 2o lugar.
    Já a dupla mista da equipe será fomada por Tessa Roorda e Miguel Neto, formando a QuasarLontra / Núcleo aventura. O casal também já possui grande expriência em corridas de aventura e conquistas em corridas de montanha, e estão no auge da forma física, sendo considerada uma das favoritas ao podium. A mais recente conquista do casal foi o Desafio das Serras, em dois dias de prova de 80km, que rolou na Serra da Bocaina em outubro do ano passado, na qual sagraram-se campeões.

    Abaixo, algumas dica do Rafael Campos aos atletas que participarão pela primeira vez:

    - Escolha um tênis com boa estabilidade, solado aderente para pedras e lama, leve e que escoe bem a água. É importante que esteja amaciado e ajustado ao pé. Eu prefiro o Hayasa da The North Face.
    Para intervalo entre um dia e outro, é bom deixar os pés respirarem, com sandalhas, e sempre que possível deixá-los para cima.

    - Polaina de compressão ajudam muito na previsão de lesão. Em provas longas como esta, retardam a fadiga dos músculos da perna, além de ajudarem mais na recuperação dos mesmos de um dia para outro. A "Compresport" é uma das marcas com mais tecnologias nestas polainas.

    - Calça e camiseta comprida são indicadas, pois protegem. Seja para ajudar a proteger das queimaduras do sol, ou do vento e frio, ou ainda de galhos e folhas mais ásperas. Pernas e braços cobertos podem parecer quentes. Mas existem tecidos extremamente leves e confortáveis, com uma secagem ultra-rápida, que são específicos para este fim.

    - Utilize um bom óculos de sol. Além de proteger os olhos de poeira, galhos, lama e radiação, promove mais conforto à vista em dias ensolarados. Neste quesito, o Radar ou Half Jacket da Oakley é incomparável.

    - Mantenha-se sempre muito bem hidratado. Antes, durante e após a prova é necessário beber muita água e isotônico. Usamos o Brew da Gu, por ser um dos isotônicos mais completos, com pouquíssimo açucar e corantes. Não se deve esperar sentir sede. É necessário beber água antes desta sensação.

    - Proteja os pés, axilas e virilhas. O atrito constante destas regiões, por horas de corrida, acabam gerando desconforto. O uso do hipoglós, ou de gél próprio para atrito como o "safe runners" aumentam o conforto em provas longas.

    - Nao esqueça de uma boa head-lamp para uso no acampamento, preferencialmente uma que resista a água, em caso de chuva ou neve.

    - Aproveite o descanso entre um dia e outro. Mantenha-se seco e agasalhado, e priorize o sono, para que tenha uma boa recuperação. Massagem na musculatura da perna
    também ajudará nesta recuperação.

    As provas de longa duração acabam sendo desconfortáveis por natureza. A sensação de superação e conquista, após a conclusão de cada etapa, é única para o atleta. Entretanto, é importante nos precavermos para que possamos minimizar ou eliminar desconfortos desenecessários aos já inerentes da corrida. Isto permitirá uma maior performance.

    E junto disso, não deixe de aproveitar o cenário e paisagens inesquecíveis por onde passar. O Cruce é uma corrida aos que amam aventura, e estão dispostos a enfrentar três dias correndo e vivendo em meio às montanhas, suportando as eventuais dificuldades que isto implicam.

    Rafael Campos

  • A roupa esportiva também pode beneficiar o seu desempenho?

    A roupa esportiva também pode beneficiar o seu desempenho?

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    Sim, o consultor têxtil da marca Santaconstacia José Favilla, nos explicou tudo sobre os tecidos chamados tecnológicos. Confiram!
    O esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?
    A pele é o maior órgão do corpo humano, responsável por 90% da troca térmica do corpo e por 85% da evaporação do suor.
    Por isso não adianta treinar de baixo de sol com uma camiseta de algodão.
    O corpo irá eliminar o suor e o algodão irá segura-lo. Apesar de ser uma fibra natural, o algodão retém 8% do suor, o que causa aquela sensação de desconforto, além de deixar a camiseta úmida. Para amenizar esse tipo de problema, a indústria têxtil desenvolve a cada dia os famosos tecidos ditos tecnológicos.
    Na verdade não há nenhuma fórmula secreta e especial nas camisetas que usam esse tipo de tecido. A tecnologia está na maneira como esse produto é construído, ou melhor, no fio usado e na forma como é tramado. A primeira vista pode parecer algo complicado, mas não é.
    Segundo o consultor, a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. “Hoje em dia o que é importante é o corpo humano e não a tecnologia. Através dos relatos dos esportistas construímos um tecido que pode ajudá-lo. Antigamente era ao contrário, criavam a tecnologia e depois buscavam um corpo”, conta. “Por isso muitas vezes não dava certo”, acrescenta.
    Para ele existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

    Tipos de Fio

    No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados.
    Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster. O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente.
    Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida. Mas como identificar um fio de poliamida ou poliéster? A única maneira de ver é através da etiqueta. No Brasil todas as confecções são obrigadas a discriminar na etiqueta da roupa a composição do tecido. Normalmente as camisetas tecnológicas, como o Dri Fit e o Thermodry são feitas de 100% poliéster ou 100% poliamida.“Uma camiseta de poliamida tem um toque mais agradável, além de ser macia, absorvente e leve”, conta Favilla.

    Microclima

    O grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “No frio o atleta deve usar uma roupa corta-vento”, aconselha.
    Para esse vestuário a indústria têxtil usa a estrutura de tecelagem, porque a trama dos fios é fechada. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta.
    “Por isso dependendo da intensidade do frio, o esportista precisará de outras peculiaridades como um forro de flanela feito de poliamida. Os pequenos fios da flanela formam um colchão de ar entre o corpo e a roupa. Esse ar mantém o corpo aquecido”, acrescenta.
    Para o consultor da Santaconstancia, o ideal é que a pessoa treine no frio com mais de uma peça de roupa, formando o efeito “casca de cebola”. “Quanto mais intenso o frio, mais camadas de ar serão formadas entre as roupas. Conforme você for se aquecendo, você pode ir eliminando as peças”, conta. Já no calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade. Também no calor é comum treinar com sol.
    Conseqüentemente, o atleta correrá risco de se queimar e a longo prazo poderá até desenvolver um câncer de pele. Para evitar esse inconveniente, muitos tecidos da Santaconstancia têm proteção UV. “Com a proteção, o raio solar bate na roupa e volta. Isso não irá fazer muita diferença se usado numa única prova. Mas aquele atleta que treina todos os dias irá sentir diferença. Ele estará se prevenindo de um câncer de pele”. Antes de treinar o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar, conta Favilla.

  • Dry Fit ? O que é ? Quais as diferenças ?

    Porque essa camiseta é 2, 3, 4 vezes mais cara do que essa outra ?
    Poliamida x Poliéster… qual o melhor? Amni? O que é isso?
    Essas são dúvidas frequentes entre os consumidores de roupas esportivas.

    Buscamos algumas informações para tentar esclarecer essas dúvidas.
    Três fatores básicos são levados em conta na hora da elaboração de um tecido:
    - Isolamento térmico e troca de ar
    – Absorção e transporte de umidade
    – Sensação de conforto na pele.

    No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas consideramos a poliamida melhor que o poliéster.
    O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente.
    Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.

    Segundo José Favilla, consultor da Tecelagem Santaconstancia, “Uma camiseta de poliamida tem um toque mais agradável, além de ser mais macia, absorvente e leve”. Amni, o que é? AMNI é uma etiqueta que certifica o padrão de qualidade dos artigos produzidos com Nylon 6.6 da Rhodia, onde toque, tecnologia, atualidade e conforto caminham sempre juntos.

    Amni Actsystem é a etiqueta exclusiva para o setor esportivo que traduz o que há de mais inovador em tecnologia com uma excelente performance. A marca está presente em peças para a prática dos mais variados esportes como running, futebol, fitness, squash, tênis e esportes outdoor como escalada, rapel e alpinismo.

    Informações extraídas do site www.webrun.com.br e do site www.amini.com.br

  • Treinamento Físico Integrado

    Você já se imaginou treinando em um lugar onde não existam máquinas de musculação? Um lugar onde as ferramentas de treinamento são apenas kettlebells (bolas de peso com alças que vieram da Rússia), barras de Levantamento Olímpico, Sled (tipo de um trenó) para empurrar em um pedaço de grama sintética, bolas pesadas para arremessar na parede, etc.?! Se sua resposta for NÃO, você deve conhecer essa metodologia de treinamento que com certeza vai mudar sua concepção de atividade física...

    O Treinamento Físico Integrado é uma metodologia de treinamento físico que procura resgatar alguns padrões de movimento primitivos e pró-habilitar o corpo para qualquer atividade que o indivíduo queira realizar, seja brincar com seu filho pequeno, jogar seu esporte preferido ou até correr aquela prova de 10 km que você tanto sonhou, de forma segura e eficiente.

    A intensidade nos exercícios é a chave principal do treino, pois só assim conseguimos ativar a musculatura estabilizadora, além de levar a sensação de “vitória” sobre o desafio proposto para sua vida cotidiana.

    A sessão de treino é dividida em: Aquecimento, Circuito Cardiovascular, Parte Principal e Parte Específica.

    O aquecimento é dividido em duas partes. Primeiramente é realizada uma técnica denominada Auto Liberação Miofascial. Essa técnica consiste em movimentos de auto massagem que, além de liberar possíveis tensões no músculo e diminuir algumas dores articulares, possibilita que o indivíduo tenha movimentos mais eficientes e naturais. Na segunda parte do aquecimento são realizados exercícios para Manutenção do Sistema Articular, resgatando mobilidade e estabilidade das articulações a fim de evitar lesões e melhorar a comunicação de toda cadeia muscular.

    O Circuito Cardiovascular é a parte do treino onde visamos a melhora da saúde do sistema cardiovascular e manutenção do peso corporal. É realizado em forma de circuito, com exercícios de alta intensidade e apelo neural elevado, ou seja, exercícios onde a concentração, coordenação e o foco são fundamentais.

    Seguindo com o programa do dia, chegamos na denominada Parte Principal, onde serão trabalhados exercícios de força, divididos em extremidade superior e extremidade inferior do corpo e exercícios de estabilidade lombar, popularmente conhecida como região do CORE.

    Ao final de quase 1 hora de treino, chega-se na Parte Específica, onde são realizados exercícios articulares específicos de correção de movimento. É a parte de “volta à calma” após o treino.

    Além do gasto calórico ser muito elevado nesse tipo de treinamento, a motivação é constante. Monotonia não faz parte das sessões de treinamento e os benefícios posturais estéticos são visíveis rapidamente.

    Treine de forma diferente. Treine INTEGRADAMENTE!

     

    Thiago Cesario – sócio-proprietário da marca “TREINAMENTO FÍSICO INTEGRADO – Performance e Bem-Estar”

    CREF. 47.348-G/SP
    thiagocesario@tfintegrado.com.br
    cel. (11) 98965-5506

  • Trânsito em São Paulo

    Acredito que a maior unanimidade negativa para quem mora em São Paulo é o trânsito. Devemos cobrar soluções da prefeitura, governo estadual, governo federal .. blablabla. Mas e você ? O que faz para contribuir ?
    Abaixo post de meu amigo Trinity, que deixa seu carro na garagem e procura se deslocar usando sua bike.

    Não deixem de ver o vídeo!

    Abs, Henri.
    Curtiu o post ? Acompanhem também o blog do Trinity: http://peguestrada.blogspot.com.br

    quinta-feira, 31 de maio de 2012

    De bike em Sampa!

    Morando na selva de pedra, temos que buscar alternativas para nosso dia a dia, e, aumentando cada vez mais, a bikes estão entrando nas ruas. Com certeza tem os que andam certinho e os que não andam. Tem também os que fazem alguma coisa errada de vez em quando, faz parte do nosso amadurecimento e da adaptação a essa nova alternativa que surge.
    Mas o motivo desse Post, é mostrar que dá para trabalhar aquele lado da cabeça que te puxa para a aventura, para  adrenalina,mesmo estando distante do local onde vc gostaria de estar praticando sua atividade física. Esse tipo de coisa muda o seu dia a dia, põe um temperinho naquele dia "mais ou menos", te faz sentir vivo! Mesmo que te levando mais perto da morte.
    Enfim, esse é um trecho que faço frequentemente em Sampa quando tenho que me deslocar para o centro da cidade. Existem outros riscos que as vezes não pensamos mas estão lá. Para filmar isso cloquei uma câmera no capacete e, não dá para "dar mole" na cidade, principalmente cheio de motoboys em volta (sei que exitem bons, só não diferenciá-los). Nesse dia especificamente, quando tinha muita moto parada eu não parava! As vezes seguia para a calçada, as vezes passava o sinal vermelho, enfim, fazia o que julgava ser mais seguro para mim e meu equipamento. Mesmo que não estando feliz em furar um sinal.
    Essa foi ma maneira de eu sofrer menos com a cidade e o trânsito e estar fazendo exercícios diariamente.Assistam esse vídeo, tem 3 minutos e mostra o lado rápido de Sampa com uma bike. Lógicamente tem caminhos alternativos infinitamente mais seguros, mais bonitos, etc,etc... mas de vez em quando essa adrenalina é boa!
    Que meu anjo da guarda continue na minha garupa!
  • Hoje nasce o Blog da 2wd...

    Alguém tem um treino ou pedal para compartilhar?

    Envie para 2wd@2wd.com.br

    Obrigado,

    Leo

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